segunda-feira, 30 de março de 2009

Build de aplicações Java (Parte 3)

Aplicações Java são construídas, em sua grande maioria, com scripts Ant. Eu poderia escrever um livro sobre como estes scripts podem ser criados mas, o problema é que já existem alguns, além de uma vasta literatura em forma de artigos, tutoriais e apresentações;-). O Ant foi criado como uma ferramenta para suprir as necessidades de construção de scripts de build para a linguagem Java Sua motivação maior foi a insatisfação de alguns programadores Java com o uso do Make (vai haver outro artigo para isto, em breve). Hoje em dia, ele está integrado a IDEs e, alguns deles cuidam até mesmo de escrevê-lo para nós. Além de fazer builds, o Ant participa de diversas outras tarefas: manda executar testes unitários, dispara tarefas relacionadas a metrificação do código e de sua qualidade, gera documentação, envia emails sobre o build, empacota, distribui e implanta aplicações em servidores, e ainda realiza uma infinidade de outras coisas. Este artigo não pretende, nem de longe, explicar os detalhes sobre como criar scripts Ant. Na Internet você irá encontrar diversas referências sobre este assunto, muito mais abrangentes e completas do que este simples texto, que expressa minha opinião apenas sobre alguns aspectos do Ant. Meu objetivo neste artigo é explicar porque o Ant não é mais tão produtivo, no meu ponto de vista, para a execução de builds num ambiente corporativo e o que fazer para, caso ainda necessário, utilizá-lo neste ambiente da melhor forma possível. Ou seja, eu pressuponho aqui, que o leitor já possua experiência na criação de scripts Ant e talvez esteja vivenciando alguns problemas que eu irei citar. Leia mais

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